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Todos os textos e poemas publicados em A Barata, exceto quando indicados, são de autoria de Luiz Carlos Giraçol Cichetto, nome literário Barata Cichetto, registrados no Escritório de Direitos Autorais. Proibida a cópia e uso sem autorização do legítimo proprietário, sob as penas da Lei.

É UM SINO (IT'S A BELL)

É Um Sino (It's a Bell)

Barata Cichetto
O Êxtase
1 –
É um sino. Que redobra num timbre dourado chamando ao culto
Aqueles que lhe escutam, e eu das culturas amorosas um inculto
É um sino. Sino que do alto da torre da catedral do prazer, repica
Por quem dobram os sinos? A pergunta quem nem a alma explica.

É um sino. Chamando ao destino do meu desejo, som do meu gozo
Em badaladas embaladas pelas suas coxas, oh doce mistério gozoso
Sino! Infernos de dantes, purgatórios do agora, paraíso de amanhã
Quero sempre acordar com beijo de sino, pela noite e pela manhã.

Toque a mim as doze badaladas e minha alma com sua língua nervosa
Preso entre suas ancas, puxo a corda e toco seu clitóris, vulva deliciosa
Grite por mim, gema comigo, seu prazer é meu prazer, grite ao surdos
Que sua paixão é sino que toca no alto da torre, deixando todos mudos.

Quero sempre acordar ao som das luxúrias que saem dos seus lábios
Transformando o poeta num amante e o homem no maior dos sábios
Ah, minha obra de arte forjada no fogo do paraíso, oficina do artesão
Sufoco meus gritos, badalando ao som do sino, um hino ao seu tesão.

O que eu não encontro é o mesmo que procuras
Da mesma doença procuramos as mesmas curas
Is a Bell, You’re my Bell. My Bell, ring my bell, fell my hell
And I wish your wishes and about you desires I can tell.


2 –
Eu quero tocar o sino, anunciando uma esperada manhã de glória
Beijar o céu, deixando o inferno em outra parte de minha história
O sino é o destino, retine com o timbre de vozes de deusas gregas
Deusas de enormes ancas, belos decotes e um par de botas negras.

Tocar o sino que a guerra foi ganha, meu exército derrotou a morte
Agora retorno aos braços da paixão, tocando o sino da melhor sorte
Sina, de sino quero o destino, ensina minha alma a sempre lhe tocar
Tocar seu sino, glórias ao prazer que por nenhum gostaria de trocar.

Bell’s Hell, sino a procura de seu som, o que buscas, porque dobras?
O que procuras meu sino, ao badalar? Ecos não são do vento sobras.
Ecos d’Alma, buscas o som perfeito, compasso cristalino do diapasão
Além da orgia e do amante, o compasso perfeito da alma com tesão.

Buscas o perfeito retinir das almas, o som perfeito da paixão sem dor
Sincronia musical, perfeita feito sinfonia sincronizada em computador
A sinergia perfeita entre o corpo e a alma, orgia de almas além do prazer
Encontrar o que não perdemos nem sabemos é o que podemos nos trazer.

O que eu não encontro é o mesmo que procuras
Da mesma doença procuramos as mesmas curas
Is a Bell, You’re my Bell. My Bell, ring my bell, fell my hell
And I wish your wishes and about you desires I can tell.


3 –

O ateu chama Jesus, mandem ao inferno os ateus
Porque o que quero mesmo é gozar nos seios teus
Sobem almas libertas do purgatório, anjos decentes
Ao som de uma orquestra de trombetas indecentes.

Retine o sino do alto da torre da catedral dos ditos desejos
Dança o bem a dança do mal, o certo e o errado aos beijos
Detalhes sórdidos não poupados, corpos refletidos no céu
Minha vida refletida em seu rosto, livre não sou mais réu.

Prende minha cabeça entre suas pernas e minh’alma nos abraços
Minha língua envolvendo sua alma, sua beleza entre meus braços
Falando bobagem em seus ouvidos, escuto o som do seu tesão
Sou sua prece de prazer, dos teus desejos um dedicado artesão.

Nós somos nossos, sem posse por direito, nossos porque desejamos
Somos nossos e nos possuímos e consumimos quando nos beijamos
É um sino, e eu escuto mesmo á distancia o seu chamado por mim
Começa agora a orgia das almas, onde o sempre é o agora sem fim.


Nos encontramos em nossas eternas procuras
Somos nossos remédios e nossas próprias curas
Is a Bell, You’re my Bell. My Bell, ring my bell, fell my hell
And I wish your wishes and about you desires I can tell.
21/1/2010

-

Registro no E.D.A. da F.B.N. : 508.820 - Livro 964 - Folha 108

1 - "Leve Um Homem Ao Matadouro..." 11/2/2002

1958 25/6/2004

2 - "...O Que Berrar na Hora da Faca é o Homem..." 11/2/2002

3 - "...Mesmo Que Seja o Boi!" 11/2/2002

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