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Writing on the Wall |
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Power Of The Picts |
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Faixas |
1. It Came on a Sunday (4:18) 2. Mrs. Cooper's Pie (3:21) 3. Ladybird (3:47) 4. Aries (8:09) 5. Bogeyman (3:44) 6. Shadow of a Man (3:52) 7. Tasker's Successor (3:43) 8. Hill of Dreams (3:06) 9. Virginia Waters (5:57) 10. Child on a Crossing (3:32) 11. Lucier Corpus (5:47) |
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Formação |
Willy Finlayson - Guitarra, Vocal Alby Greenhalg - Sopros Jimmy Hush - Bateria Billy T. Scott - Teclados Jake Scott - Baixo, Vocal Linnie Patterson - Vocal |
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| Histórico
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O Writing on the Wall iniciou sua carreira na Escócia em 1966 sendo basicamente uma banda underground local até a gravação desta obra prima em 1969. A banda acabou em 1973, porém jamais gravou outro álbum, fazendo desta estréia seu cálice sagrado, o que já foi suficiente para ser um dos grandes do gênero.
O disco em questão é o excelente "The Power Of Picts", lançado pela Middle Earth na época e relançado pela Repeirtore, em 2000, num trabalho bem caprichado que além do acabamento do CD em formato digipack ainda conta com duas faixas bônus: os singles "Child Of A Crossing" e "Lucifers Corpus".
A banda era formada por William Finlayspon no vocal e guitarra, Jake Scott baixo e vocal, William Scott nos teclados, Linnie Petterson nos vocais e James Hush na bateria e sua paixão pelo barulho fez o semanário New Music Express (a popular NME), na época, definir o quinteto como um grupo cuja "reputação de ser violento amedrontava extremos".
A banda, que desde o começo foi divulgada pelo mestre John Peel, misturava influências de nomes como Cream, Pink Floyd e o Jimi Hendrix Experience com estilos indianos, blues rock, jazz, progressivo e psicodelismo. É algo otimo de se ouvir, que se transforma num dos discos mais incríveis já lançados.
Uma das características que marcam "The Power Of Picts" é a agressividade empregada pelos teclados, insanos, no melhor estilo Vicente Craine, do Atomic Rooster, fazendo com que não existam espaços vazios nas músicas. Solos de guitarra, bateria pesada, baixo pulsante e este bem dito Hammond fazem o deleite dos fãs de uma música que é uma grande mistura de blues, hard rock, progressivo e muito psicodelismo. (Wagner Xavier)
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| Fonte/Texto:
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Lets Rock
http://let-srock.blogspot.com/
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Postado Em: 8/10/2009 |
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