A Barata - Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade - Barata Cichetto

Rodape

 
 

"De profundis clamavi cor meum, epur corde tua non contestat et anima mea non requiescat."

Quando Quero sou Anjo, quando Desejo sou Demônio, quando não Quero nem Desejo, Barata!

Barata Cichetto, o Poeta das Perdidas, numa auto-definição. 51 anos de tortura transformaram a mim em um caso patogênico de dedicação á amores de formas e cores diferentes, perdidos e mal direcionados. O resultado natural, uma metamorfose diferente: um dia acordei transformado em uma garrafa de Cynar. Nestas páginas exponho meus pensamentos da forma como eles vieram ao mundo: nus e sem vergonha. Sou o que penso e apenas o que penso é o que interessa e foda-se quem não concorda ou suporta. Até agora ninguém suportou ou aguentou. Um alerta: "Como algumas pessoas já me avisaram antes, a moral da história é: se você namorar escritores, lembre-se de terminar o relacionamento da forma mais tranqüila possível. Um escritor rancoroso é um inimigo que ninguém gostaria de ter!" (Conceito Au). No mais Fui!!!
29/1/2010
A Luz é apenas um buraco na Escuridão
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
13/1/2010
Acreditar no que é inacreditável, no sentido do que não é creditável. Crer no incrível, no sentido do que não é crível. É este o papel dos poetas e daqueles que transformam suas próprias existências em algo verdadeiro feito sonhos.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
23/12/2009
Flertar com o Céu e o Inferno, desafiar o precipício, brincar com a vida e com a morte, amar e odiar tudo isso, é o papel do Poeta... Mas as vezes pagamos um preço alto demais por essas "brincadeiras". O preço da falta de dinheiro, da solidão, da incompreensão... Mas ninguém é Poeta porque quer não, e não adianta querer. Porque Poeta é um ser que nasce assim, como uma doença congênita.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
22/12/2009
Ser Poeta é aprender a viver numa eterna esquina, entre as ruas do Céu e do Inferno, e nunca saber qual é a preferencial.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
7/12/2009
Afinal, porque então buscamos tanto uma tal liberdade, quando sabemos que de fato, apesar das teorias, nunca alcançaremos? Acho enfim, que lutar pela liberdade é o mesmo que lutar contra a morte: a gente sempre irá perder a guerra.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
7/12/2009
A questão da liberdade: quando falamos em Liberdade, ela seria em função de algo ou alguma coisa, certo? Quando então partimos para essa "revolta interior" ela é contra quem? Nós mesmos? Contra dogmas e conceitos internos? Quem é o inimigo a ser derrotado? Quem perde? Quem ganha?
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
7/12/2009
A única revolução libertária possível e que pode resultar em algo é a de dentro para fora. Certo, mas para mim, a pergunta que fica é: conseguida a "vitória" nessa revolução, qual é o próximo passo?
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
30/11/2009
Acho que não existe arte, seja poesia ou qualquer outra, maldita. Pode existir sim, arte amaldiçoada... Amaldiçoada pela incompreensão seja de qualquer espécie ou sentido. Até mesmo por desejo do próprio autor... Claro que nem estou falando do "maldito" usado com finalidade "marquetológica". Isto sim é que é maldito.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
21/11/2009
Ninguém é bom, ninguém é mau... Somos apenas humanos dicotomicos! Se bem que conheci muita gente que se finge de anjo pra comer o diabo!
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
19/11/2009
Não sou o que escrevo, mas escrevo o que eu sou.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
17/11/2009
Eu sempre tenho certeza... Até achar que aquela certeza não era muito certa.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
16/11/2009
Transformar miragens em realidade, esse é o papel dos sonhadores e poetas.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
10/11/2009
Eu odeio opiniões de literatos e especilistas em literatura sobre minha poesia. Prefiro a de analfabetos, mas sensíveis. Poemas não são matemática e não existe sem que haja poesia dos dois lados.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
9/11/2009
A vaidade é o que torna qualquer experiência comunitária impossível de ser concretizada. É ela quem gera outros filhos monstruosos da espécie humana como o egoísmo e a cobiça. E as crenças religiosas são apenas a maquiagem que disfarça as vaidades.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
4/11/2009
Einstein disse que não sabia como seria a terceira guerra mundial, mas que a a quarta ao certo seria com pedras e paus. Acho que sei como será a terceira: via Internet.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
2/11/2009
Àqueles que sofrem com a dor, todas as horas são a mesma. Ou nenhuma!
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
1/11/2009
Sou um homem fácil de se ser agradado, com gestos e gostos, sabores e cores simples feito o afago. Afague minha cabeça e estarei a um passo de lhe entregar a minha alma.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
26/10/2009
Não acredito que o "não" seja morno, morno é o "sim", que sempre alimenta a dúvida, a incerteza. "Não" é quente. É certo, categórico! Erramos muito mais pelo "sim". O "não" é sempre o que equilibra as forças, o "sim" enfraquece a alma humana, pois sempre é carregado de "bondade" e espírito religioso inútil. O "não" é que é o "sim".
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
22/10/2009
Atualmente tenho por sagrado, divino e espiritual o meu direito de não querer saber de nada considerado sagrado, divino e espiritual.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
21/10/2009
A liberdade é incolor, transparente e cristalina. Qualquer coisa que tenha cor é prisão.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
20/10/2009
Schopenhauer dizia: "O amor é a compensação da morte." E eu então pergunto: e a morte, é a compensação do amor?
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
19/10/2009
Agora procuro lidar com uma dor que nem a mim pertence. Porque a humanidade inteira é proprietária da minha dor.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
17/10/2009
O que perdi em relacionamentos? Perdi a mim mesmo. Tempo, dedicação, dinheiro e principalmente amor, que poderiam ter sido dados a outra pessoa, a mim mesmo no caso.
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
16/10/2009
Sabe aqueles dias em que você gostaria de ter perdido a chave de casa e então ter o desejo de nunca mais te deixarem entrar?
Luiz Carlos "Barata" Cichetto
15/10/2009
Eu e a A Morte, um casamento eterno. Juntos para sempre. Até que ela mesmo nos separe...
Luiz Carlos "Barata" Cichetto

Nova pagina 1

Barata, nascido Luiz Carlos, Cichetto tem 51 anos, é poeta, escritor, letrista, artesão e desenvolvedor de sites. Escreve desde os 12 anos de idade. Durante a década de 1970 publicou na chamada Imprensa Nanica. No ano de 1981, editou o livro de poesias "Arquíloco". Em 1998, criou o projeto cultural “A Barata” com o lema “Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade”. De 2001 a 2005 organizou inúmeros eventos de Rock. Como letrista foi autor de “Sangue de Barata” que venceu o Festival Rock na Net. Como poeta e escritor, teve texto publicado no Jornal do Brasil e recebeu menção honrosa em concurso literário publicado na coletânea "Elos e Anelos". Tem mais de 500 poesias e 1.000 crônicas e ensaios publicados em diversos sites e blogs. Atualmente também produz e apresenta o programa Rádio Barata, com Rock, poesias e idéias, pela Rádio Web Underground Lágrima Psicodélica.
Contato: barata.cichetto@gmail.com

PROPOSTA DE TRABALHO

Luiz Carlos Cichetto

Criador de Web Sites  e Administrador de Empresas, também atua no campo cultural como Editor, Redator de Sites e Promotor de Eventos dos mais variados tipos.

Residente em São Paulo, tem preferência em trabalhar nesta Capital.

+ Detalhes

Celular (11) 6358-9727
luiz.cichetto@gmail.com

 Baratas On Line:  85

Política de Privacidade e Termos de Uso

Todos os textos, exceto quando indicados, são de autoria e propriedade de Luiz Carlos "Barata" Cichetto e são registrados na Biblioteca Nacional. Não são permitidas cópia e publicação deste conteúdo em nenhum outro meio de comunicação sem a expressa autorização do autor, bem como o uso das marcas "A Barata" e "Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade. Direitos Reservados.\

A Barata - Liberdade de Expressão e Expressão de Liberdade - www.abarata.com.br - E-Mail:  barata.cichetto@gmail.com - Celular: (11) 6358-9727 (Tim) - Fixo Net Fone: (11) 2768-5418

Free counter and web stats