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Título: Alive |
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Artista/Banda: Slade |
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Ano de Lançamento: 1972 |
País: Estados Unidos |
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Faixas:
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1 Hear Me Calling 05:46
2 In Like a Shot From My Gun 03:33
3 Darling Be Home Soon 05:43
4 Know Who You Are 03:37
5 Keep on Rocking 06:29
6 Get Down And Get With it 05:33
7 Born to Be Wild 07:35
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| Formação
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Noddy Holder (Vocals, Guitar), Dave Hill (Guitar), Jimmy Lea (Bass) e Don Powell (Drums)
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| Histórico
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Formada pelo quarteto Noddy Holder (vocals, guitar), Dave Hill (guitar), Jimmy Lea (bass) e Don Powell (drums) o Slade marcaram a história do rock a partir de 1966, quando lançaram o single You better Run produzido por Kim Fowley. Os anos seguintes não trariam nenhuma novidade para os músicos. O cenário não dava espaço para novas bandas com o tipo de som que o Slade fazia e com o visual que tinham seus integrantes. Com a entrada da década de 70, o Slade viu no chamado glam rock uma boa oportunidade de aparecer. A banda fez fotos promocionais no visual da época e lançou o single do cover Get Down And Get With It, que chegou ao Top 20 em 1972. Os músicos se empolgaram e Jim Lea e Noddy Holder começaram a investir em composições próprias. ”Cuz I Love You” chegou ao número 1 das paradas. Até a presente data o Slade já haviam lançado quatro discos: Ambrose Slade Beginnings (69), Play It Loud (70), Alive! (72), Slayed?(72).
Nos anos seguintes o Slade se tornaria um campeão dos charts, enquanto músicas como "Mama Weer All Crazee Now", "Cum On Feel The Noize" e "Skweeze Me Pleeze Me” surgiam nas paradas.Em 73, o Slade participa de um famoso festival de natal no Reino Unido, e isso rende um álbum. A banda chegava ao topo do rock inglês. Os próximos álbuns foram: New, Borrowed And Blue (74), Nobody s Fools (76), Whatever Happened To Slade (78) e Return To Base (79). Fato curioso é que o Slade tinha o mesmo álbum com nomes diferentes para EUA e Reino Unido. “Old, New, Borrowed And Blue”, por exemplo, saiu na América com o título de Stomp Your Hands, Clap Your Feet.
Em 1980, a banda faz uma apresentação no Reading Festival. Esta apresentação se tornaria o álbum Slade Alive.Em 1983, a banda ganha o mundo (inclusive o Brasil) com a balada “My oh My” do disco “The Amazing Kamikazee Syndrome”.Os anos 80, foram muito competitivos para a banda que disputava o espaço com grupos como Def Leppard (na Inglaterra) e com o Quiet Riot na América. Álbuns como Rogues Gallery, que traz a excelente “Hey Ho wish Well” e “You Boyz Make Big Noize”, não conseguiram emplacar, e a banda acabou dando um tempo na carreira, só vindo a lançar um novo álbum em 1996. O Slade é uma daquelas bandas que possuem milhares de coletâneas, para quem não conhece a banda, uma boa opção. Sugestões? “Smashes” (80), “Slade s Greats” (84) e “Greatest Hits: Feel The Noize” (97).
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| Fonte/Texto:
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Merlinus e Samantha
http://www.merlinusesamantha.blogspot.com/
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Postado Em: 11/22/2007 |
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Título: Em Busca do Tempo Perdido |
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Artista/Banda: O Peso |
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Ano de Lançamento: 1975 |
País: Brasil |
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Faixas:
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01 - Sou Louco por Você
02 - Não fique triste
03 - Me chama de Amor
04 - Só Agora
05 - Não Sei de Nada
06 - Blues
07 - Lucifer
08 - Boca Louca
09 - Cabeça Feita
10 - Em Busca do tempo Perdido
11 - O Pente
12 - Só Agora Estou Amando
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| Formação
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Luis Carlos Porto (Vocais) ; Gabriel O Meara (Guitarras) ; Carlinhos Scart (Baixo) ; Constant Papineau (Teclados) ; Carlos Graça (|Bateria)
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| Histórico
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Banda brasileira, formada em Fortaleza, CE. Participaram do VII Festival da Canção e do festival Hollywood Rock em 1975, no Rio de Janeiro. Faziam um rockão básico com muita energia, com influências do blues e do rock n roll de raíz. O vocalista Luis Carlos Porto teve problemas com alcoolismo e mantém-se afastado do meio musical há bastante tempo. Seu trabalho vocal nesse disco é espetacular, muito força e vigor em vocais rasgados! Os destaques ficam com a paulada "Eu Não Sei de Nada", a bela "Em Busca do tempo perdido" e com a faixa "Blues", puro blues americano repleto de feeling. Uma curiosidade : na faixa "Lucifer", o solo de guitarra é idêntico ao de "Celebration Day" do Led Zeppelin.
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| Fonte/Texto:
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Hard Rock 70 s e Suas Vertentes
http://hardrock70s.blogspot.com/
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Postado Em: 11/4/2007 |
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Título: Lord Cromwell Plays Suite For Seven Vices |
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Artista/Banda: Opus Avantra |
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Ano de Lançamento: 1975 |
País: Itália |
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Faixas:
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01. Flowers On Pride - 5’29
02. Avarice - 5’26
03. Lust - 3’53
04. My Vice - 1’59
05. Ira - 7’52
06. Gluttony - 3’05
07. Envy - 5’44
08. Sloth - 4’32
09. Allemanda (Bônus) - 3’03
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| Formação
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Alfredo Tisotto – Pianos Steinway E Fender/Hammond/Sintetizador e Pipe Organ (Popular Órgão de Igreja)
Luciano Travella – Flauta
Renato Zanella - Guitarra
Enrico Professione – Violino
Pieregidio Spiller - Violino
Riccardo Perraro - Cello
Paulo Siani – Bateria e Percussão
Gina Bianco, Susan Worshap, Cindy Brasher, Carl Adams - Vocais
American Chorus Setaf
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| Histórico
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O nome Opus Avantra vem de 3 uniões: Opus (ópera); Avan (vanguarda) e Tra (tradição).
Foi formado na cidade de Veneto em 1973 e sempre girou em torno da soprano Donella Del Monaco.
No caso desse disco Donella não está presente, ela foi ‘substituída’ por um coral.
Aviso: não é tão fácil a audição deste disco!
Discografia:
1974 – Introspezione – Donella Del Monaco
1975 – Lord Cromwell Plays Suite For Seven Vices
1989 – Strata
1995 – Lyrics
2004 – Venetia Et Anima
Resenha:
01. Flowers On Pride
Início operetta com o tímpano, e narração desesperada. O piano chega e junto a flauta, em uma pequena câmara a melodia é construída de forma bonita e clara. O contar de uma história somente pela música é algo magistral. Difícil de ser explicado.Nessa primeira metade a alma da música é a flauta de Luciano Travella. Na segunda metade a bateria de Paulo Siani encontra seu espaço junto do coral, que combinados geram um resultado surpreendente, porque não é chato como normalmente seria, nem retrógrado como costuma ser o som que junta tudo numa mesma bacia.Na parte final da faixa volta a flauta como ‘astro rei’, mas dessa vez com merecido destaque aos pianos de Alfredo Tisotto.
Primeiro dos pecados: Soberba.
02. Avarice
O Segundo tema entra totalmente levado pelo piano de Alfredo em uma melodia deveras interessante e quebrada. Pudera, estamos falando da urgência e desespero que a Avareza pode gerar em um ser pensante (ou não).
Os sons embutidos ora aqui ora ali com o sintetizador em nada amenizam essa sensação de perdição e desespero. Pelo contrário.
Um tema com certeza desconcertante, principalmente aos ouvidos incautos.
03. Lust
A Luxúria entra no cardápio como o terceiro dos pecados, e vem em um tema calmo, tranqüilo e pacifista.
Os temas vão se entrelaçando em suaves camadas, onde os vocais do coral contam uma possível história, nada mais justo para um tema que trata da Luxúria, pecado este que passa a serenidade.
04. My Vice
Numa estranha seqüência de teclas a harmonia aqui escrita tem um ar completamente incrédulo ao que diz respeito à serenidade.
Extremamente complexa aos sentidos, difícil de ser assimilada pelos ouvidos.
05. Ira
O quarto prato do cardápio é louco! E deve condizer com o pecado assim descrito pela faixa.A Ira normalmente é caracterizada por um indivíduo fora de si, já sem razão para lhe acalmar os ânimos.
Por aqui temos a guitarra de Renato Zanella em um riff continuo e ‘doente’.
Tudo devidamente amparado pelos violinos de Enrico Professione e Pieregidio Spiller. Como já mencionado, uma pequena orquestra de câmara nas mãos de um maestro louco (risos).Vocais aparecem cerca de quatro minutos e meio na faixa, é o coral que toma forma em uma melodia imensamente torta e perdida em seu caminho. Como se a alma do indivíduo estivesse realmente sendo levada para o inferno.As partes ‘faladas’ de uma das mulheres do coral é divino, uma força, uma vontade, uma crença no texto que está sendo dito. Logo em seguida o órgão dá o tom profano e o progressivo de tempos errantes toma conta da faixa.Nem bateria, nem faluta, nem piano e nem o quarteto se encontra por aqui, o que faz com que a faixa tenha um ar altamente estranho e desafiador.
06. Gluttony
A Gula. Quinto em nossa escala.E vem num tema angelical. Como se os anjos do céu quisessem esquecer o pecado cometido, como se uma alma estivesse sendo salva no exato momento.
Uma faixa de calma.
07. Envy
A inveja é ardente. Como se algo possuísse os sentidos do som e do ouvinte. Encarregados de unir o som numa escala maior do que o momento em que a inveja lhe passa pelos olhos e tudo se torna vermelho, o sangue toma conta do corpo e da alma.
Tudo isso devidamente registrado pelo piano de Alfredo. Em muitos momentos é uma faixa solo ao piano.
O sexto pecado de nossa lista!
08. Sloth
A preguiça vem como o último dos sete pecados da lista. Nem ouso dizer que seria um tema ‘preguiçoso’, porque além de uma piada famigerada seria descaso da minha parte, porque em nada lembra um tema descuidado em sua construção e muito menos preguiçoso em termos composicionais. Tudo aqui se encaixa, mesmo as partes mais ‘desajeitadas’.
Depois do terceiro minuto voltamos a ter a calma introdução, pensativa, refletiva. De certa forma os sentidos vão se pondo em seus respectivos lugares para um final calmo e sereno.
09. Allemanda (bônus)
Teríamos o fim do disco, mas este bônus foi adicionado as versão remasterizadas do disco, é um interessante número vocal que se não me engano é onde ouvimos a soprano Donella Del Mônaco.
Deixei o arquivo junto porque ele em nada desabona o produto final do disco, que por sinal é conciso e muito bom.
Um disco extremamente interessante. Muitos italianos sabiam o que estavam fazendo nos anos 70.
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| Fonte/Texto:
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New ProgShine
http://www.newprogshine.blogspot.com/
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Postado Em: 10/26/2007 |
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Título: Shingetsu |
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Artista/Banda: Shingetsu |
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Ano de Lançamento: 1979 |
País: Japão |
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Faixas:
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01. Oni - 9 32
02. The Other Side Of Morning - 4 12
03. Influential Street - 4 25
04. Afternoon ~ After The Rain - 4 08
05. Fragments Of The Dawn - 7 06
06. Freeze - 3 04
07. Night Collector - 5 04
08. Return Of The Night - 5 36
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| Formação
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Makoto Kitayama - Voz
Akira Hanamoto - Teclados
Shizuo Suzuki - Baixo
Naoya Takahashi - Bateria
Haruhiko Tsuda - Guitarra e Violão
Músicos convidados:
Takashi Kokubo - Programações
Hiroshi Morimura - Saxofone (Faixa 4)
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| Histórico
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Carregando a tocha acessa na seminal Inglaterra, Shingtsu (lua nova em japonês) seguia em frente com a chama progressiva no Japão no fim dos anos 70.
O vocal da banda Makoto Kitayama era chamado de Peter Gabriel japonês, tanto por suas performances quanto pelas letras e estilo de cantar.
Infelizmente o que seria uma promissora banda foi enterrada pelo mundo comercial que invadiu toda uma década, deixando apenas um legado de estúdio e mais dois discos bootlegs oficiais.
Discografia:
1979 - Shingetsu
1980 - Akai Me No Kagami Live 79
2004 - Live 25-26 July 1979
Resenha:
01. Oni
Eis qual não é a minha surpresa com esse início da banda japonesa?
O teclado repetitivo, o violão dedilhado, até que a banda com vontade abre a seção instrumental para logo em seguida voltar o violão de Haruhiko Tsuda embalando o vocal harmonioso de Makoto Kitayama.
As instersecções de Akira Hanamoto nos teclados são registradas de maneira magistral.
São 4 minutos, a bateria nessa faixa pouco apareceu, mas é hora de Naoya Takahashi mostrar serviço, e claro, junto com ele vem o baixo de Shizuo Suzuki, que é muitíssimo bem tocado.
A faixa é cantada na língua nativa da banda, e muito bem feita por sinal.
É inacreditável as melodias usadas nessa faixa, elevando o espírito através do som.
Já se passaram 7 minutos e meio, chegou a hora do solo de teclados e para isso uma boa base, e um tanto pesada, o acompanha.
02. The Other Side Of Morning
Apesar do nome em inglês também é cantada em japonês, e é esse o charme, o vocal de Makoto é maravilhoso, os teclados são muito Genesis mesmo.
De qualquer maneira, é uma faixa muito bonita, com uma linha de baixo bem interessante, um timbre bem agudo, e violões por todo lado.
03. Influential Street
Quase uma música marcial, como se os soldados marchassem ao som da melodiosa guitarra.
À partir do terceiro minuto a banda entra em um recesso sonoro, como uma consternação aos sentidos, que dura poucos momentos, mas são cheios intensidade.
04. Afternoon ~ After The Rain
Essa faixa tem o vocal de um outro membro da banda, mas não há como ser exato em quem é, mas acho que é o guitarrista Haruhiko.
Na segunda parte a melodia que enche os ouvidos é mais que maravilhosa, paz de espírito, algo oriental imagino, o som vem do ocidente, mas o clima, a forma, difícil de explicar, mas é bem Genesis.
05. Fragments Of The Dawn
Uma faixa em suma acústica, mas com intervenções inteligentes nos teclados o tempo todo, quem tem um bom tecladista em uma banda prog tem tudo, sempre digo isso (risos).
Pequenas intersecções climáticas e aventureiras de um novo mundo sonoro que dispensa maiores detalhes.
06. Freeze
COmeço eletrônico, nos mesmos moldes de Tangerine Dream, uma coisa meio Pink Floyd (fase Wish You Were Here) também.
Um instrumental enigmático e climático ligado à canção anterior, que de Espacial só tem tudo (risos).
07. Night Collector
Que estrondo, que pedrada!
Depois de ouvir uma faixa espacial, escutar uma introdução dessas até assusta!
Só no momento em que o vocal de Makoto entra em ação é que a canção dá uma acalmada, mas nem por isso deixa de ser magistral.
Se passaram 2 minutos, o violão invade as caixas de som em conjunto com os teclados, é ótimo ouvir esse som sinfônico quase tradicional dos anos 70, e estamos em 1979, o que seria a bancarrota do Rock Progressivo, uma pena, a banda poderia mostrar muito mais com o tempo.
Os solos de guitarra de Haruhiko são bem dosados, nada virtuoso demais, tudo combinado para que o som da banda sobresaia aos ouvidos.
08. Return Of The Night
Uma faixa bem típica de Genesis, como eu disse lá na história da banda, Genesis é a maior fonte de inspiração, vemos outros nomes, claro, mas esse é o principal. O que é ótimo, já que Genesis em termo de sonoridade Sinfônica era rei nos anos 70.
A parte instrumental aos 2 minutos é clássica, já deveria ter sido tomada como clássica.
Harmoniosa e molódicamente rica em detalhes a faixa segue com nossos ouvidos grudados nela, atenção redobrada em todos os momentos. Singela beleza em seus versos e instrumental.
Mais uma obra importante desconhecida, vale, e muito ouvir com atenção.
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| Fonte/Texto:
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New ProgShine
http://www.newprogshine.blogspot.com/
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Postado Em: 10/22/2007 |
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Título: Third World Wa |
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Artista/Banda: Third World Wa |
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Ano de Lançamento: 1971 |
País: Inglaterra |
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Faixas:
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01. Ascension Day – 4’52
02. M. I. 5 s Alive – 7’59
03. Teddy Teeth Goes Sailing – 1’51
04. Working Class Man – 4’31
05. Shepherds Bush Cowboy – 4’38
06. Stardom Road Part I – 5’37
07. Stardom Road Part II – 3’43
08. Get Out Of Bed You Dirty Red – 1’25
09. Preaching Violence – 5’03
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| Formação
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Terry Stamp – Voz e Guitarra
Mick Liber – Guitarra
Jim Avery – Baixo
Fred Smith – Bateria
Músicos Convidados:
Tony Ashton – Piano
Jim Price – Trompete e Trombone
Bobby Keyes - Saxofone
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| Histórico
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Banda inglesa do que poderíamos chamar de Proto-Punk com pitadas de garage rock e psicodelia a la Jimi Hendrix! Formada em 1970. A banda é direta em termos líricos e sonoros. Uma boa parte do som tem uma urgência, muitos dizem que essa sim foi o pai do punk que todos conhecem.
Em 1971 os shows foram intensos, chegaram a fazer um turnê de 30 dias pela Finlândia fazendo 35 shows!
Em 1972 a gravadora não estava feliz com o fraco potencial de venda da banda, e até chegou a vetar uma das músicas do disco, o vocalista e compositor da música Terry, não deixou que lançassem o disco sem a faixa em questão e o disco saiu pelo selo do The Who, o Track Records.
O empresário da banda John Fenton já não tinha mais grana pra bancar a banda e nem pode pagar os músicos, como as coisas não andavam muito bem a banda acabou logo depois do lançamento do segundo álbum.
Definitivamente esses caras não faziam nenhum rock progressivo puro, mas eu achei que seria interessante postar por aqui.
Discografia:
1971 – Third World War
1972 - II
Resenha:
01. Ascension Day
O timbre já dá a deixa do que virá, aquele rock sujo de garagem do fim dos anos 60, um vocal rasgado e cheio de ira, já sabemos por um momento que tipo de som os caras vão fazer ao longo do álbum.
Cru, acho que é a palavra mais correta, ouvimos isso claramente, por exemplo, no timbre do baixo de Jim Avery.
02. M. I. 5 s Alive
Um som mais suingado, herança direta de bandas como Cactus e alguma coisa de Bachman-Turner Overdrive. Só não me perguntem o qual é o significado do nome da música (risos). Pouco mais de 2 minutos e meio e a harmônica aparece divinamente, como todo blues rock com influências progressivas que se preze deve ter.
Uma jam bem interessante, apesar de ser um tema longo, ele não foge do foco, o principal não são os solos sem sentido, o som é coeso, com partes vocais espalhadas.
Não que isso atrapalhe os solos, Mick Líber faz um bom trabalho nas guitarras.
03. Teddy Teeth Goes Sailing
Essa faixa eu poderia chamar de vinheta, uma canção daquelas que se canta numa roda de amigos, bebendo e dando boas risadas.
04. Working Class Man
Embebedada pelo rock lisérgico do fim dos anos 60 Working Class Man solta a boca no mundo trabalhista escravo.
Guitarras abafadas, mais como um link percussivo para o som, o baixo de Jim é cheio de groove e é acompanhado pela bateria de Fred Smith.
Muita Motown pode ser ouvida nessa faixa também.
05. Shepherds Bush Cowboy
Puro Blues Rock, com todas as levadas características do estilo, em nenhum momento a faixa é descaracteriza, um bom riff, diversão total, difícil não balançar a cabeça.
06. Stardom Road Part I
Faixa sofrida. A primeira parte é por enquanto a faixa mais progressive do disco, e por sinal, muito boa canção.
Violão como base e mais um quarteto de cordas, o que deu uma beleza e melancolia diferentes à faixa. Interessante o modo como foi composta, simples, porém cheia de detalhes escondidos, ‘dirfaçados’.
Uma beleza de faixa.
07. Stardom Road Part II
Já a segunda parte é totalmente contraditória. Começa como um surf music envocado e acaba em um riff contínuo e cheio de urgência.
Mick Líber faz um belo trabalho na parte do solo de guitarra e Tony Ashton dá uma mãozinha com o teclado. Enquanto isso a banda nunca para de tocar o riff, cada vez com mais força de vontade.
08. Get Out Of Bed You Dirty Red
Começamos bem, com pequenos e sonorous… arrotos (risos). Na verdade quase uma vinheta, parecida com a terceira faixa Teddy Teeth Goes Sailing.
09. Preaching Violence
Começam a faixa com requinte de crueldade sonora, guitarra suja e vocal rasgado.
O solo aos 2 minutos é meio é extravagante, porém, interessante.
Em seus 5 minutos de duração ela é empolgante, cheia de vontade, e porque não, uma certa raiva embutida.
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| Fonte/Texto:
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New ProgShine
http://www.newprogshine.blogspot.com/
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Postado Em: 10/21/2007 |
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